sábado, 30 de novembro de 2013

LISBOA


Há muito que não tenho vindo aqui acrescentar algo às coisas da minha vida. Aqui fica então um pequeno texto que fiz para a turma de Oficina de Português. É um texto baseado num Documentário de um filme de José Fonseca e Costa.


 
P

ercorremos Lisboa com o olhar. As sete Colinas, o Rio Tejo, as cores das casas, os eléctricos, os Monumentos, as Praças, as Estátuas, os bairros típicos, os Palácios e seus interiores deslumbrantes.

Somos levados pela memória à época dos Descobrimentos e partimos daí até aos dias de hoje. Subimos e descemos as ruas da cidade velha, onde nos perdemos em ruelas estreitas e labirintos de escadarias de calçada, até à cidade nova e moderna de grandes largos e onde emergem figuras que perpetuam a nossa História.

Perdemo-nos então nos detalhes em que normalmente não reparamos - na pressa de um agitado quotidiano - e sentimos aqui, através da poesia que o poeta descreve em cada olhar, que há em cada instante como que parcelas de uma tela magnífica, que se desenha à nossa frente. E descobrimos, afinal, uma cidade de luz, cor, sons e sentimentos que nos invadem a alma e que guardamos no nosso coração.

Lisboa, uma cidade à beira-mar implantada que, percorrida, galgada e absorvida, nos deixa a sensação de que vale a pena conhecer porque a sua alma não é pequena.
 
Carlos Alberto
 
 

4 comentários:

  1. Ainda não conheço Portugal.Sei que é linda, pois tenho vários amigos blogueiros de lá! Me encanto! Quem sabe um dia? abraços,chica

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  2. Obrigado, mais uma vez pelo comentário. Se um dia se proporcionar, avise, cá estarei para o que precisar.

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  3. Venho desejar festas felizes e deixar um poema, como se fosse um presente:

    NATAL

    Natal... Na província neva.
    Nos lares aconchegados,
    Um sentimento conserva
    Os sentimentos passados.

    Coração oposta ao mundo,
    Como a família é verdade!
    Meu pensamento é profundo,
    ‘stou só e sonho saudade.

    E como é branca de graça
    A paisagem que não sei,
    Vista de trás da vidraça
    Do lar que nunca terei!

    (Fernando Pessoa )

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  4. Muito obrigado Maria do Sol pelo presente e retribuo os votos de Boas Festas com a mesma força e intensidade. Tudo de bom para todos.

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