A minha vida está a mudar. Lentamente, mas está. Acontecem-me coisas inesperadas, algumas boas, outras desagradáveis e lido mal com estas últimas. Mas estou a começar a perceber que nada acontece por acaso, e, como me dizia a minha querida mãe, "nem tudo o que nos parece mau para nós o é". E, de facto, aos poucos estou a aceitar melhor esta ideia e a perceber que ela tinha razão e que tudo o que nos acontece tem uma razão de ser. Obrigado assim a todos os que de alguma forma têm contribuído para estas mudanças, nomeadamente, os meus novos "seguidores" deste humilde blogue que aqui se juntaram a partir do meu 1º ano de existência nestas águas. E como tudo na vida parece cíclico, repete-se hoje o que senti há quarenta anos atrás. Por isso, aproveito mais uma vez para ir rebuscar às minha memórias um poema que escrevi em 14 de Setembro de 1973 e que aqui passo a transcrever: A VIDA E navego por mares distantes entre peixes e outros animais. Sou carne, ...
normal...
ResponderExcluirExacto. Sou... normal!
ResponderExcluirem... apareceu a mais no texto. No entanto, imagine uma tela abstracta, olhe para ela e conclua, deduza, o que quiser... é toda sua.
ResponderExcluirHá quem exista e não pense, não será portanto condição necessária para sobreviver . Já para se ser feliz, é mesmo preciso não ser muito inteligente. Tenho para mim que a felicidade é impossivel de atingir quando se pensa profundamente e em demasia. Quanto mais escavamos o pensamento e as coisas da vida, mais difícil será permanecer no contentamento. Pensar e existir é mais dificil que existir sem pensar...mas o mundo tem uma quantidade infinita de gente que não pensa e é essa gente que de facto vive em plenitude e sem desassossego. Por mim, gostaria de atingir esse nirvana e ser feliz mas creio que penso demais.
ResponderExcluirAbraço
Concordo consigo, em pleno, Maria do Sol. Salazar, no seu tempo de governação, pretendia que as pessoas fossem o menos cultas possível, porque quanto menos dúvidas tivessem, melhor, menos contestariam. Por outro lado, acredita-se, que quanto mais ignorantes formos mais felizes seremos.Pensar, por outro lado, leva-nos a questionar o que nos rodeia e isso, naturalmente aflige-nos.Finalmente dizer que "penso, logo existo" é uma frase de "Descartes" que usurpei no sentido de querer dizer: "estou aqui, logo, contem comigo"
ResponderExcluirCA